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08/03 12h55 2021 Você está aqui: Home / Polícia Da Redação Imprimir postagem

PM de Alagoas morto no Piauí cobrava carga contrabandeada de cigarros

O subtenente aposentado da Polícia Militar de Alagoas, João Wellington Bezerra Lins, assassinado no sábado (06/03) no bairro Poty Velho, na zona Norte de Teresina, estava no Piauí para cobrar uma dívida de R$75 mil referente a uma carga de cigarros contrabandeados.

O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa - DHPP, que investiga o caso, quer saber se grupo de policiais aposentados está envolvido em outros crimes relacionados ao tráfico de entorpecentes e roubo de agências bancárias, além do contrabando de cigarros. A informação foi dada pelo Delegado Francisco Costa, o Barêtta, que coordena o DHPP. 

Além do policial morto, mais dois policiais aposentados e três homens, usando pistola e revólver, andavam em dois carros na suposta cobrança. O devedor marcou de entregar um carro pela dívida e armou uma emboscada ao grupo alagoano. Eles foram recebidos a bala.

João Wellington Bezerra Lins chegou a ser socorrido com vida, mas morreu ao dá entrada no HUT. Já o terceiro sargento Manoel Miguel Rocha e terceiro sargento Valmir Araújo dos Santos; Jerônimo Júnior Ferreira dos Santos, 43 - cuja identidade foi emitida em Alagoas - e de Tiago Rodrigues da Silva e Fábio Aparecido de Souza Apolinário, 42 - ambos com documentos emitidos em São Paulo, foram encaminhados para a delegacia para prestarem depoimentos.

A polícia recolheu três armas que estavam com os policiais, entre elas uma pistola; pelo menos 9 aparelhos celulares; munições e documentos e vai investigar o crime.

O autor dos disparos que mataram o policial de Alagoas já foi identificado pela polícia do Piauí. Trata-se de Francisco Alberto Mesquita da Cruz. Ele tem passagens pelo Sistema Prisional do Piauí por contrabando de cigarro. Francisco Alberto foi preso em 2019, pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), com 75 mil carteiras de cigarros falsificados. A mercadoria, vindo do Paraguai, seria distribuída no Piauí e Maranhão e estava avaliada em R$ 200 mil.

Junto com Francisco Alberto, a polícia prendeu ainda Francisco Alberto Mesquita da Cruz, Paulo Teixeira Dantas, e Antônia Silva Oliveira Sousa


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