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20/05 11h00 2016 Você está aqui: Home / Cultura e Humor José Francisco Marques campomaioremfoco@hotmail.com

DICAS PARA PROCEDIMENTO CORRETO NAS REDES SOCIAIS

Amigos(as), o texto abaixo exprime algumas opiniões a respeito do uso das redes sociais. É sabido (e muitas vezes nos defrontamos), com verdadeiros absurdos. Desabafos inapropriados, imagens infelizes e muitas vezes situações que deprimem, tamanha é a aberração escrita ou visualizada através de imagens ou vídeos. Usemos, pois tais dicas para, digamos, normatizar nossas postagens e assim agradar aos que compartilham a grande rede.

Amigos(as), o texto abaixo exprime algumas opiniões a respeito do uso das redes sociais. É sabido (e muitas vezes nos defrontamos), com verdadeiros absurdos. Desabafos inapropriados, imagens infelizes e muitas vezes situações que deprimem, tamanha é a aberração escrita ou visualizada através de imagens ou vídeos.

 

Usemos, pois tais dicas para, digamos, normatizar nossas postagens e assim agradar aos que compartilham a grande rede.

 

“ Vivemos em uma época acelerada. Pessoas não têm tempo e paciência para esperar, elas querem tudo pronto. Algumas parecem espertas demais para os outros, e não aceitam opiniões diferentes das suas. Acho que Umberto Eco tem razão, as redes sociais deram voz a uma “legião de imbecis”.

 

Não quero ofender ninguém. Não estou usando a palavra imbecil para me referir a pessoas menos instruídas. Infelizmente, em nosso país ainda há um número muito grande de gente semialfabetizada. Gente que não possui instrução; isso não significa que sejam idiotas.

 

Alguns disseram que Eco foi preconceituoso ao discriminar os menos intelectuais. Ora, não me pareceu que foi isso que ele quis dizer. Nem achei que ele quis calar alguém de forma autoritária. Acredito que ele se referiu àqueles que expressam ódio, raiva e ofensas por meio da tela, e, algumas vezes, escondidos em perfis falsos (os famosos “fakes”). Esses são os “idiotas”: pessoas covardes que agridem e não sabem respeitar o próximo.

 

É verdade que idiotas sempre existiram. São aqueles que lançam boatos e espalham mentiras. Eles não são ingênuos, são pessoas que carregam a maldade e o preconceito dentro de suas cabeças; e também nos seus atos.

 

Na seção de comentários em jornais e revistas, nos deparamos o tempo todo com gente destilando ódio e intolerância. Muitas vezes, nos perguntamos se algumas dessas pessoas realmente interpretaram o texto, pois parece que apenas leram o título da reportagem.

 

Não é preciso ser extremamente inteligente e nem intelectualista para expressar nossa opinião nas redes sociais. Todos podem e devem se manifestar. Mas precisamos ter bom senso ao julgar aquilo que não conhecemos em profundidade. Assim como precisamos ler e nos informar mais.

 

“Basta pensar no sucesso que faz na Internet qualquer página da web que fale de complôs ou que inventa histórias absurdas: tem um acompanhamento incrível de internautas e de pessoas importantes que as levam a sério.” (Umberto Eco). É porque muita gente compartilha informações inverídicas por pura inocência. Por isso, deveríamos averiguar se o que estamos lendo vem de um site confiável ou não.

 

É comum ao ser humano cometer falhas e depois se arrepender. Isso nos leva ao aprendizado e ao amadurecimento. Sinceramente, ainda bem que erramos. Ainda bem que já caímos no lero-lero de publicação tendenciosa ou mentirosa. Isso nos dá a dimensão de que somos falíveis, não idiotas. Perder nossa autocrítica é que seria uma idiotice.

 

Este texto não é um guia sobre regras sociais no mundo virtual. Na verdade, não enumerei nenhuma dica específica. Desculpe-me se o desapontei. O título foi só um pretexto para chamar a atenção dos que, assim como eu, se angustiam, ou, pelo menos, se perguntam o que está acontecendo com o ser pensante que somos.

 

Antes de sair por aí como o “dono da verdade”, olhe para dentro de você mesmo. Pare de procurar defeitos nos outros e seja mais humilde. Ninguém é perfeito, muito menos você. Não seja o falso moralista que julga todo mundo enquanto seu interior está desmoronando. Os discursos de raiva refletem a amargura, o preconceito e o radicalismo da própria pessoa.

 

Por fim, não escrevo um pedido para as pessoas se calarem. O fato de todo o mundo ter voz nas redes sociais é maravilhoso! Só não precisamos ser imbecis.”


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