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06/07 12h06 2016 Você está aqui: Home / Cidades Da Redação. campomaioremfoco@hotmail.com Imprimir postagem

Bona Carboreto lança filho a vereador por Sigefredo Pacheco

Esta será a segunda tentativa de Carboreto de eleger o filho Zé Bona. A primeira foi por Campo Maior.

Vereador de Campo Maior (1977-1989), prefeito por duas vezes (1989-1993; e 2001-2005) e deputado estadual (1995-1999) Raimundo Nonato Bona, conhecido por Carboreto, não desistiu da política. Nesta semana, Carboreto anunciou que o filho Zé Bona, 23 anos, vai disputar uma vaga na câmara de vereadores pelo município de Sigefredo Pacheco.

 

“De saída para Fortaleza em tratamento da minha saúde, não poderei deixar de tomar decisões entre minha família com relação ao quadro político da região. A primeira decisão foi chamar meu filho que leva o nome do meu pai para disputar uma vaga na câmara municipal de Sigefredo Pacheco. Com os ensinamentos inspirados no nosso passado, que todos conhecem e depois de ouvir tantos amigos sigefredoenses que me visitaram, tomei a decisão movido no desejo de mudança do povo sigefredoense, analisei as rejeições e aprovações...]” escreveu Bona em sua pagina no facebook.

 

Zé Bona já foi candidato a vereador por Campo Maior na eleição de 2012 conseguindo 268 votos. Em Sigefredo Pacheco, Bona também já tentou outro filho, o Raimundo Nonato Bona Júnior. Duas vezes como prefeito e uma como vereador. Nas três não obteve sucesso.

 

SOBRE CAMPO MAIOR

No final do mês de maio, Carboreto já havia publicado que o povo sabe de tudo, até mais que os políticos. Disse que tivemos vários avanços em Campo Maior, mas não tivemos o avanço desejado pelo povo. Afirmou que nunca maltratou um membro da elite, nunca processou ninguém, mas foi perseguido. Que a elite não deixava ele respirar. “Baixaria e mentira todos os dias para mudar a opinião popular, e conseguiram com muitas promessas em vão, mentiram e quando perdem a eleição querem voltar a qualquer custo” disse ele.

 

Sobre apoios, escreveu: “Eu falo com todos, converso com todos, mas não me sujeito a acordos onde o povo não participa, e assim que fui eleito com minha querida mãe, não me sujeitei a acordos maliciosos onde visavam apenas a singularidade. Minhas administrações sempre foram voltadas para o povo. Eu ainda estou vivo e com saúde, abalada, mas estou. Minha missão não acabou, só acaba no dia que Deus quiser. Não voto em branco e nem nulo, mas vou pedir o povo que escolha o melhor” concluiu.


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