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01/12 15h40 2021 Você está aqui: Home / Cidades Da Redação Imprimir postagem

CAMPO MAIOR: Vereadores mudam votos e aprovam contas de João Félix do ano de 2006

Vale lembrar que essa conta do ano de 2006, havia sido julgada em agosto de 2020 sendo reprovada pela maioria dos vereadores na época por 10 votos a 3.

Os vereadores que votaram contra a aprovação das contas do atual prefeito João Félix, referentes ao ano de 2006, durante julgamento em agosto de 2020, desta vez optaram por votar a favor, dando a aprovação definitiva de 8 votos à 5, durante nova sessão de julgamento que ocorreu nesta terça-feira (30) na Câmara de Vereadores de Campo Maior (PI).

Os vereadores que votaram contra a aprovação em 2020 e optaram por mudar o voto neste julgamento, são eles: Neto dos Corredores, Wildem Brito, Manim Pereira e Luis Lima.

Já os atuais parlamentares que votaram também a favor, mas não estavam na casa legislativa naquele ano são: Mizarleia, Geraldo Paz, Sena Rosa, Antônio Wilson, que foi o relator na sessão.

Já os que permaneceram contra a aprovação foram: Conceição Lima, Zacarias Neto, Raimundo Parente, Júnior Lustosa e Michele Maroca.

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Vale lembrar que essa conta do ano de 2006, havia sido julgada em agosto de 2020 sendo reprovada pela maioria dos vereadores na época por 10 votos a 3, onde tornaria o João Félix inelegível por oito anos, sendo impedido de concorrer as eleições que aconteceria em novembro do mesmo ano.

Mas a justiça anulou essa sessão de 2020, invalidando o julgamento onde ordenou que a Câmara realizasse outra sessão para votar novamente, assim, João Félix pôde concorrer e se eleger a prefeito sem restrições.

As contas de 2006 possuía vária irregularidades consideradas graves como, Cheque sem fundo, nepotismo, ausência de licitação, divergência de recursos repassados do executivo para o legislativo, pagamento superior a fixação legal, realização de despesas sem licitação com coleta de lixo e transporte de estudantes, pagamento de despesa cujo somatório ultrapassa limite para dispensa de licitação, pagamento de salário inferior ao mínimo legal aos servidores, pagamento de diárias sem instrumento legal, contratação de empresa com condutores inabilitados para transporte de alunos, pagamento de inativos sem apreciação do TCE, pagamento ilegal de gratificação aos secretários municipais e talvez o mais grave, que foi a divergência no balanço financeiro de dezembro de 2006.


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