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  18:53

Carlos Bolsonaro critica prisão domiciliar e diz que pai é “torturado”

 Carlos Bolsonaro, à esquerda, e Jair Bolsonaro, à direita - Foto: Alan Santos/PR

O ex-vereador Carlos Bolsonaro criticou a decisão que concedeu prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (24/3), afirmando que a medida “não é liberdade”. A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais.

Na gravação, Carlos diz que o pai é alvo de perseguição e nega que ele tenha cometido crimes.

Leia aqui- Moraes autoriza prisão domiciliar para Jair Bolsonaro por 90 dias

“Prisão domiciliar não é liberdade. O presidente Bolsonaro não cometeu crime nenhum, não desviou milhões de cofres públicos e muito menos deu golpe como tenta acusá-lo. A prisão domiciliar não encerra o debate, mas inicia. Bolsonaro não deveria nem sequer estar preso”, afirmou.

O filho 02 do ex-presidente também criticou as restrições impostas pela Justiça, como a proibição de comunicação. Segundo ele, Bolsonaro estaria sendo “silenciado” e impedido de se manifestar.

“O maior líder popular da história do Brasil é torturado, silenciado e impedido de se comunicar todos os dias”, declarou.

Domiciliar

•A decisão que colocou Bolsonaro em prisão domiciliar foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, nesta terça.

•A medida tem prazo inicial de 90 dias e foi concedida por razões de saúde.

•Entre as condições impostas estão o uso de tornozeleira eletrônica, com monitoramento restrito à residência, envio diário de relatórios à Justiça e proibição de uso de celular, redes sociais ou qualquer meio de comunicação externa.

•Bolsonaro também terá visitas limitadas: filhos e advogados poderão entrar em horários específicos, enquanto outras visitas estão suspensas temporariamente.

•Há ainda fiscalização presencial e restrições a manifestações em um raio de até 1 km da residência.

Carlos Bolsonaro afirmou que, apesar de defender que o pai fique em casa, não considera a decisão uma vitória. “Não devemos normalizar o fim da sua liberdade e comemorar migalhas”, disse.

Fonte: Metrópoles

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