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09/06 11h08 2020 Você está aqui: Home / Geral Bianca Viana Imprimir postagem

Mulher finge ser de ONG para recolher dados pessoais de vítimas e rouba Auxílio Emergencial no Piauí

A vítima informou que a golpista visitou algumas famílias do bairro, que também foram vítimas da ação criminosa, e que moradores afirmaram que ela poderia residir em bairros próximos.

No dia 19 de maio, uma mulher morena, de cerca de 1m65 visitou algumas famílias do bairro Morada Nova, em Picos. Durante a abordagem ela afirmou que trabalhava em uma Organização Não Governamental (ONG) e que estaria colhendo os dados para a entrega de feiras às famílias carentes. 

Uma moradora do bairro, que preferiu não se identificar, recebeu a visita da mulher e forneceu seus dados, afirmou que no dia seguinte não conseguiu acessar sua conta digital do auxílio emergencial.

“Ela pediu todos os nossos dados, endereço, número de telefone, nome completo, identidade e CPF. Quem a trouxe a minha residência foi uma vizinha que também caiu no golpe. Ela chegou aqui dizendo que fazia parte da igreja e que viria deixar as feiras na sexta-feira, por precisarmos de ajuda, acabamos caindo nesse golpe”, disse a vítima.

Ainda de acordo com a vítima, a golpista teria mudado alguns dados da conta, o que impossibilitou que ela recebesse a segunda parcela do auxílio. Assustada a mulher procurou uma agência da Caixa Econômica Federal.

“O gerente me disse que não poderia fazer nada, fui duas vezes a agência e nada foi resolvido. Ele afirmou que por se tratar de um programa do Governo Federal, não se tem muito o que fazer e que o problema deveria ser realizado através de aplicativo. Prestei um Boletim de Ocorrências. Quando eu tento acessar pelo aplicativo informando o meu CPF, aparece o nome de outra pessoa com uma senha diferente da que eu usei no cadastro”, explicou a moradora.

A vítima informou que a golpista visitou algumas famílias do bairro, que também foram vítimas da ação criminosa, e que moradores afirmaram que ela poderia residir em bairros próximos.

“Deixo o meu relato, para que quando alguém chegar a sua casa pedindo seus dados chamem a polícia, para não caírem no mesmo golpe que eu”, finalizou.


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