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23/11 10h51 2016 Você está aqui: Home / Cultura e Humor José Francisco Marques campomaioremfoco@hotmail.com

Cultura e Humor

José Francisco Marques

campomaioremfoco@hotmail.com

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HISTÓRIAS DE PORTUGAL QUE PARECEM PIADAS, MAS SÃO REAIS

Por mais incrível que possa parecer, os portugueses levam as palavras e frases na sua mais profunda literalidade. Abaixo alguns exemplos de situações que para nós brasileiros seriam triviais, mas já para os portugueses ...

CAFÉ ?

Meus pais e meus tios estão em Lisboa. Vão ao restaurante almoçar. No final, o garçom pergunta: 
—Café? 
Meu pai:
— Um, por favor.
Meu tio: 
— Dois!
Minha tia: 
— Três!
Passam alguns minutos e lá vem o garçom.
Com seis cafés.

 

COMO VEM O BIFE ?

Querendo me informar mais sobre os acompanhamentos de um dos pratos de um restaurante em Alfama, perguntei ao garçom: 
— Mas como vem esse bife aqui?
Ele prontamente me respondeu: 
— Alguém o traz da cozinha!

 

PASTEIZINHOS DE BELÉM

Meu padrasto estava em um ônibus em Portugal com a família e viram em um outdoor escrito algo como “Pasteizinhos de Belém, desde 1920” e uma foto dos pasteizinhos. 
Ele comentou com a família, brincando:
— Olha, gente! Desde 1920!
No que uma senhora portuguesa interrompeu:
— Me perdoem, mas aqueles já foram comidos, chegando lá vão encontrar outros fresquinhos.

 

TRAZ-ME AQUELE !!!

 

Um cliente estava indeciso sobre o que pedir. Viu um garçom passando com um prato que o agradou e falou para o que o atendia:
— Pode me trazer aquele.
A resposta do garçom: 
— Não será possível porque aquele já é do senhor da mesa ao lado.

 

O PRATO DE FERNANDO PESSOA

 

Minha amiga estava almoçando no mesmo restaurante que Fernando Pessoa frequentava assiduamente.
Como ela é formada em letras, com mestrado em literatura, estava mais interessada nas histórias do lugar do que na culinária.
No momento de escolher, chama o garçom e pergunta qual era o prato preferido de Fernando Pessoa. Sem pestanejar, ele responde:
— Já quebrou-se há muito tempo!

 

VOCÊ SABE?

Um dia em Lisboa eu parei um sujeito na rua e perguntei: “O senhor sabe como chegar no castelo de São Jorge?” Ele respondeu “sei!” e continuou andando.

 

VOCÊ PODE TIRAR UMA FOTO?

 

Meus tios estavam passeando em Portugal e pediram a um senhor:
— Por favor, pode tirar uma foto? 
— Claro!
Foi lá e abraçou a minha tia posando pra foto.

 

Eu estava saindo do hotel e perguntei a alguém:
— Esse ônibus parado aí passa no aeroporto?
O cara responde: 
—Não, passa em frente a ele.

 

ME VÊ DOIS ...

 

Uma vez eu pedi no balcão de uma confeitaria:
— O senhor me vê dois pasteis de Belém?
O cara foi, olhou e não pegou nada.
Eu perguntei: 
— Os meus pastéis de Belém?
E ele: 
— Ah, a senhora quer que eu lhe dê dois pasteis? Porque só me pediu que visse.

 

LONDRES É AQUI?

 

Um dia eu estava no aeroporto em Lisboa e ia pegar uma conexão para Londres.
Perguntei a uma senhora que trabalhava no aeroporto: “Londres é aqui?”.
Ela disse “aqui é Lisboa” e riu.

 

NA MESA

 

Fui numa doceria no Porto e perguntei para o garçom: 
— Posso pedir aqui no balcão ou pode sentar na mesa?
Ele:
— Prefiro que você sente na cadeira mesmo.

 

NA CAIXINHA

 

Fui comprar pastéis de Belém no local onde eles são fabricados.
Lugar lotado, balconistas concentrados, atendendo todo mundo super rápido e com muita seriedade.
Os pastéis de Belém vêm (ou pelo menos vinham) numa caixinha sextavada de papelão.
Eu e minha mãe nos aproximamos do balcão e ela pergunta a um dos atendentes:
— Os pastéis de Belém são aquela caixinha?
O balconista responde:
— Não, senhora, é o que tem dentro!
Ele continuou os atendimentos super sério e eu e minha mãe caímos na gargalhada.


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