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05/12 20h12 2019 Você está aqui: Home / Polícia José Sérgio Imprimir postagem

Justiça decreta prisão preventiva de suspeito de liderar quadrilha que invadiu bancos em Campo Maior

A Justiça decretou na tarde dessa quarta-feira (4) a prisão preventiva de Marcelo Pimentel Cunha Nery, mais conhecido como "Marcelo Negão", suspeito de liderar a quadrilha que invadiu duas agências bancárias em Campo Maior, em abril deste ano. Ele foi preso junto com Misael Queiroz Alves, última terça-feira (3) em Campo Maior, e o juiz também manteve a prisão de Misael.

A decisão por manter a prisão cautelar foi tomada após “Marcelo Negão” e Misael Queiroz Alves serem presos por uma ação realizada em conjunto pela Polícia Militar e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), quando os dois suspeitos furaram um bloqueio da PRF na BR-343, entre Teresina e Altos, e fugiram para Campo Maior.

De acordo com o texto da decisão do Juiz de Central de Inquéritos de Teresina, Jorge Cley Martins Vieira, os suspeitos passaram por audiência de custódia na última quarta-feira (4) e tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva.

Ainda de acordo com o texto, a decisão foi motivada pela apreensão de um fuzil AK 47, 39 cartuchos, quatro carregadores do fuzil AK 47, uma pistola .40, um carregador .40, nove cartuchos da pistola.40, uma placa balística, casaco camuflado, três capuzes e um aparelho celular em um veículo utilizado pela dupla, que também foi apreendido.

De acordo com o comandante do 15° Batalhão, major Etevaldo Silva, a polícia suspeita que “Marcelo Negão” estivesse planejando outro ataque a agências bancárias em Campo Maior ou em outra cidade da região.

A dupla nega a acusação e alega que estava de passagem por Campo Maior, indo em direção a Fortaleza.

Agências invadidas

"Marcelo Negão" é suspeito de liderar um grupo formado por mais de dez criminosos que arrombou duas agências bancárias ao mesmo tempo na cidade de Campo Maior, em abril deste ano. Três pessoas foram feitas reféns, mas ninguém ficou ferido.

Os criminosos chegaram em quatro veículos (três caminhonetes e um carro de passeio) por volta de 1h da madrugada. De acordo com o major Etevaldo Alves, comandante da Polícia Militar de Campo Maior, o grupo fez disparos com fuzis pelas ruas da cidade, na intenção de causar medo nos moradores.

Após alguns dias de perseguição, nove suspeitos foram mortos em confronto com a polícia. Os outros dois suspeitos presos agora permaneciam foragidos.


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